Resposta curta
Use competências na avaliação comparando cada pessoa com as expectativas de sua Function, trilha e nível, sempre com evidências do período. Mantenha uma única versão da Function durante o ciclo, trate diferenças de interpretação na calibração e corrija critérios pouco claros apenas nos ciclos futuros.
Defina o critério antes do início
Associe cada participante à Function, à trilha e ao nível corretos. Gestores e pessoas avaliadas devem acessar as expectativas antes da autoavaliação.
Fixe no ciclo a versão publicada da Function. Alterar o conteúdo depois que a escrita começou muda a base da decisão.
Peça evidências por competência
A autoavaliação e a avaliação do gestor devem ligar uma afirmação ao trabalho do período e explicar como essa evidência atende ou não à expectativa. Resultados, decisões, documentos, feedbacks e práticas adotadas por outras pessoas podem servir de base.
Não avalie personalidade nem premie quem escreve melhor. Ausência de evidência pode significar que a competência não foi observada, e não que houve baixo desempenho.
Ligue o fato ao critério
Demonstra muita responsabilidade e boa comunicação.
Sinalizou a dependência do lançamento com 2 semanas de antecedência, definiu um responsável e registrou o plano revisado para os dois times.
Use a escala de avaliação com consistência
Defina cada nota em relação ao nível esperado. A escala de avaliação não substitui o texto da competência nem cria um segundo critério.
O gestor deve explicar as evidências, principalmente quando a nota fica acima ou abaixo do esperado. Não transforme a média de competências diferentes em julgamento sobre a pessoa.
Calibre as decisões e revise depois
Na calibração, compare como os gestores aplicaram as mesmas expectativas. Use o texto da Function e as evidências para corrigir interpretações, sem ajustar notas apenas para caber em uma distribuição.
Registre os critérios que causaram dúvida. Depois da aprovação final, atualize a próxima versão e mantenha as avaliações concluídas ligadas ao padrão original.